Tanto
a saúde como a enfermidade tem suas raízes no intestino
grosso, e a eliminação da comida indigesta é
igualmente tão importante quando a própria ingestão
e assimilação dos alimentos saudáveis. Segundo
médicos americanos especialistas em limpeza intestinal (Dr.
Bernard Jensen, Harvey Kellog e Earlv Irons), 95% das pessoas acumulam
fezes nos intestinos porque não conseguem manter o
ritmo diário de eliminação.
Com o hábito
de se alimentar de três a quatro vezes por dia, as pessoas
deveriam evacuar pelo menos de duas a três vezes ao dia, o
que geralmente não acontece. Mesmo uma pessoa que evacua
uma vez por dia está retendo resíduo fecal, dependendo
do número de alimentações diárias e
os alimentos ingeridos.
Produtos refinados
(farinha branca, açúcar...), glúten, carne,
álcool e laticínios (leite, queijos e outros derivados)
não são eliminados facilmente e com o tempo ficam
aderidos nas vilosidades intestinais. Comida processada e sem nenhuma
vitalidade, frituras, gordura saturada e quantias excessivas de
sal não são processadas eficazmente pelo organismo
e, ao invés de fornecer nutrição aos nervos,
músculos, tecidos e células, ficam distribuídos
nos intestinos como escombros.
Um dos grandes inimigos
é a mistura e a combinação de vários
alimentos em uma única refeição, causando fermentação
na digestão, trânsito lento nos intestinos e putrefações.
Estas putrefações causam ácidos que agridem
a mucosa intestinal, obrigando o organismo a produzir mucos para
se proteger. No decorrer dos anos, este muco fica espesso e endurecido,
originando as placas negras acumuladas nas paredes intestinais.
Por esta razão,
uma pessoa pode acumular de três a quatro quilos de materiais
não eliminados, envenenando os tecidos, asfixiando as células,
provocando o envelhecimento e auto-intoxicação de
todo o organismo.

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